O Brasil não será transformado apenas por discursos, promessas ou reclamações. Um país forte precisa de cidadãos conscientes, instituições responsáveis, famílias protegidas, trabalhadores valorizados e também de empresas capazes de gerar empregos, renda, inovação, oportunidades e desenvolvimento.
As empresas, os empreendedores, os comerciantes, os produtores rurais, os profissionais autônomos, os prestadores de serviços, os pequenos negócios, as indústrias, os lojistas, as startups e os profissionais liberais fazem parte da vida real do Brasil.
São eles que abrem as portas todos os dias, enfrentam impostos, burocracias, riscos, insegurança jurídica, dificuldades econômicas, concorrência desleal, falta de crédito, custos elevados, problemas de infraestrutura, instabilidade política e desafios administrativos.
Muitas vezes, o empresário é visto apenas como alguém que “tem uma empresa”. Mas, na prática, por trás de cada empresa existe uma pessoa, uma família, uma equipe, uma história de esforço, noites mal dormidas, responsabilidades assumidas e compromissos com trabalhadores, fornecedores, clientes e comunidades.
A Associação Civil Nacional Brasileira reconhece a importância do setor produtivo como parte essencial da construção de um Brasil mais justo, eficiente, ético, desenvolvido e comprometido com o futuro.
Esta página foi criada para explicar, em linguagem simples, como empresas e empreendedores poderão se aproximar da Associação, acompanhar suas futuras iniciativas, contribuir com ideias, apresentar dificuldades reais, participar de diagnósticos e colaborar com propostas para o desenvolvimento nacional.
Porque a realidade econômica do Brasil não pode ser discutida apenas em gabinetes, reuniões fechadas ou discursos distantes da vida prática.
Quem empreende conhece de perto muitos dos problemas que afetam o país:
a dificuldade de contratar e manter empregos;
o peso dos tributos;
a burocracia excessiva;
a falta de segurança jurídica;
a dificuldade de acesso a crédito;
os problemas de infraestrutura;
a instabilidade econômica;
a insegurança pública;
a baixa qualidade de alguns serviços públicos;
a falta de mão de obra qualificada;
a distância entre governo, sociedade e setor produtivo;
a sensação de que quem trabalha, produz e gera oportunidades muitas vezes é pouco ouvido.
A Associação Civil Nacional Brasileira entende que o empresário e o empreendedor não devem ser tratados como inimigos da sociedade. Ao contrário, devem ser chamados ao diálogo responsável, à participação cidadã, à construção de soluções e ao compromisso com um país melhor.
Uma nação desenvolvida precisa de empresas fortes, mas também precisa de empresas conscientes de sua responsabilidade social. Precisa de empreendedores livres para crescer, mas também comprometidos com ética, transparência, respeito ao trabalhador, responsabilidade com a comunidade e fortalecimento do interesse coletivo.
Após a formalização institucional da Associação, aprovação de seus documentos oficiais e organização de suas áreas internas, a Associação Civil Nacional Brasileira poderá desenvolver ações de diálogo, escuta, estudo, orientação e mobilização junto ao setor produtivo.
Entre os caminhos possíveis, estão:
A Associação poderá criar canais para ouvir empresários, comerciantes, microempreendedores, profissionais autônomos, produtores e representantes do setor produtivo.
O objetivo será compreender, com responsabilidade, quais são os principais obstáculos enfrentados por quem gera trabalho, renda e oportunidades no Brasil.
Essa escuta poderá ajudar na construção de diagnósticos, relatórios, propostas e documentos institucionais voltados ao desenvolvimento nacional.
A Associação poderá reunir informações, questionários, depoimentos e estudos sobre os desafios do ambiente econômico brasileiro.
Esses diagnósticos poderão tratar de temas como burocracia, tributação, crédito, segurança jurídica, infraestrutura, qualificação profissional, inovação, comércio local, competitividade, exportação, desenvolvimento regional e dificuldades enfrentadas por pequenos e médios negócios.
A proposta não é fazer acusações irresponsáveis, mas organizar informações de forma séria, clara e útil para a sociedade.
Empresas e empreendedores poderão contribuir com ideias e sugestões sobre temas que afetam diretamente a economia nacional.
A Associação poderá, futuramente, organizar essas contribuições em documentos, estudos, cartas públicas, relatórios, encontros, audiências, seminários e propostas institucionais.
O objetivo será transformar a experiência prática de quem vive os problemas em conhecimento organizado para ajudar o país a encontrar caminhos melhores.
A Associação poderá promover cursos, palestras, encontros e conteúdos educativos voltados a empresários, trabalhadores e empreendedores.
Os temas poderão incluir cidadania, ética, participação social, fiscalização cidadã, responsabilidade empresarial, desenvolvimento econômico, inovação, liderança, gestão pública, transparência, combate à corrupção, produtividade, qualificação profissional e cultura de responsabilidade nacional.
A intenção será aproximar o setor produtivo da vida pública de forma organizada, legal, pacífica e construtiva.
A Associação poderá dialogar com entidades representativas, associações comerciais, câmaras de comércio, federações, sindicatos patronais, cooperativas, conselhos profissionais, universidades, instituições técnicas e organizações da sociedade civil.
Essas parcerias poderão fortalecer ações educativas, debates públicos, estudos, eventos, pesquisas e iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional e nacional.
Toda parceria deverá respeitar os princípios da legalidade, transparência, responsabilidade institucional e interesse coletivo.
A Associação defende que o Brasil precisa reconstruir uma cultura de respeito ao trabalho, ao mérito, ao estudo, à produtividade, à honestidade, à disciplina, à inovação e à responsabilidade.
Empreender no Brasil exige coragem. Manter uma empresa aberta, gerar empregos e cumprir obrigações em um ambiente difícil exige força, persistência e compromisso.
Por isso, a Associação pretende valorizar o papel dos empreendedores e empresários que desejam contribuir para um país mais sério, mais justo, mais eficiente e mais próspero.
Para evitar qualquer dúvida, é importante esclarecer:
A Associação Civil Nacional Brasileira não é sindicato empresarial.
Não é partido político.
Não é campanha eleitoral.
Não é entidade de promoção de candidatos.
Não é escritório de advocacia, contabilidade ou consultoria empresarial.
Não substitui associações comerciais, federações, sindicatos, conselhos profissionais ou órgãos públicos.
Não promete resolver problemas individuais de empresas.
Não atua para favorecer interesses privados em prejuízo do interesse público.
Não será espaço para ataques pessoais, perseguições, difamação ou disputas irresponsáveis.
Não fará intermediação irregular junto a órgãos públicos.
Não oferecerá vantagens indevidas, privilégios ou promessas incompatíveis com a lei.
A proposta é construir um canal institucional, responsável e transparente de diálogo entre sociedade civil, setor produtivo e demais públicos interessados no desenvolvimento nacional.
A Associação Civil Nacional Brasileira ainda está em fase de organização e preparação para sua Assembleia Geral Nacional de Constituição.
Por esse motivo, o Estatuto, o Regimento Interno, o Código de Ética, as regras de governança, as normas de participação, os critérios de associação, os procedimentos de parceria e os documentos oficiais serão disponibilizados após a assembleia de convocação dos fundadores e a formalização adequada da entidade.
Até lá, esta página tem caráter informativo, explicativo e preparatório.
Seu objetivo é apresentar ao público empresarial a visão inicial da Associação sobre o papel das empresas, dos empreendedores e do setor produtivo na construção de um Brasil melhor.
Nenhuma informação desta página deve ser interpretada como promessa de benefício, vínculo associativo automático, contrato, obrigação financeira ou representação formal antes da aprovação dos documentos oficiais da entidade.
Esta página é destinada a:
microempreendedores individuais;
pequenos empresários;
comerciantes;
lojistas;
industriais;
produtores rurais;
prestadores de serviços;
profissionais autônomos;
profissionais liberais;
startups;
empresas familiares;
cooperativas;
entidades empresariais;
associações comerciais;
câmaras setoriais;
lideranças produtivas;
trabalhadores interessados no desenvolvimento econômico;
cidadãos que acreditam que emprego, renda e oportunidade são essenciais para o futuro do Brasil.
Não é necessário ter grande empresa, cargo de liderança ou conhecimento técnico avançado para acompanhar esta área.
O mais importante é ter interesse sério, postura responsável e vontade de contribuir com ideias, experiências, informações e propostas para o desenvolvimento do país.
Após a formalização da Associação, empresas e empreendedores poderão ser convidados a contribuir de diferentes formas, conforme as regras que vierem a ser aprovadas.
Entre as possibilidades futuras, poderão estar:
preencher questionários institucionais;
relatar dificuldades enfrentadas no ambiente de negócios;
apresentar sugestões de melhoria para o país;
participar de reuniões, fóruns, eventos e seminários;
apoiar ações educativas e projetos de interesse coletivo;
colaborar com estudos e diagnósticos;
indicar problemas locais, regionais ou setoriais;
ajudar na divulgação responsável da Associação;
contribuir com conhecimento técnico;
participar de grupos temáticos, quando oficialmente criados;
acompanhar comunicados, propostas e relatórios públicos.
Toda participação deverá seguir critérios de organização, ética, respeito, transparência e responsabilidade institucional.
Falar de empresas não é falar apenas de lucro.
Uma empresa saudável pode gerar empregos, sustentar famílias, fortalecer comunidades, pagar tributos, movimentar cidades, formar profissionais, estimular inovação e abrir caminhos para que pessoas tenham mais dignidade e autonomia.
Um país sem empresas fortes perde empregos.
Um país sem empreendedores perde dinamismo.
Um país sem segurança jurídica perde investimentos.
Um país sem educação perde produtividade.
Um país sem ética perde confiança.
Um país sem confiança perde futuro.
Por isso, a Associação Civil Nacional Brasileira entende que o desenvolvimento econômico precisa caminhar junto com responsabilidade social, transparência, educação, fiscalização cidadã e compromisso com o bem comum.
Antes de ser empresário, o empresário é cidadão.
Ele também usa estradas, hospitais, escolas, serviços públicos, segurança, justiça, energia, internet, infraestrutura e transporte.
Ele também sente os efeitos da corrupção, da má gestão, da burocracia, da insegurança e da falta de planejamento nacional.
Por isso, sua voz também precisa ser ouvida dentro de um ambiente sério, respeitoso e organizado.
A Associação Civil Nacional Brasileira deseja aproximar empresas e empreendedores da participação cidadã responsável, para que o setor produtivo ajude não apenas a reclamar dos problemas, mas também a construir soluções.
A participação de empresas e empreendedores deverá estar sempre alinhada aos princípios da Associação.
Isso significa atuar com respeito à lei, compromisso com a verdade, responsabilidade social, transparência, boa-fé, integridade e defesa do interesse coletivo.
A Associação não pretende criar um espaço de privilégios, favorecimentos ou interesses particulares.
A proposta é criar um ambiente de diálogo institucional onde o setor produtivo possa contribuir para o aperfeiçoamento do Brasil com seriedade, equilíbrio e responsabilidade.
O Brasil precisa superar a falsa separação entre sociedade civil e setor produtivo.
Empresas fazem parte da sociedade.
Empreendedores fazem parte da sociedade.
Trabalhadores fazem parte da sociedade.
Consumidores fazem parte da sociedade.
Famílias fazem parte da sociedade.
Quando esses grupos caminham separados, o país enfraquece. Quando dialogam com responsabilidade, o país amadurece.
A Associação Civil Nacional Brasileira acredita que o desenvolvimento nacional exige união entre cidadãos, profissionais, empresas, entidades, especialistas, instituições e lideranças comprometidas com um Brasil melhor.
Essa união não deve ser feita com desordem, radicalismo ou interesses ocultos, mas com organização, disciplina, transparência, respeito e propósito.
Se você é empresário, empreendedor, comerciante, produtor, profissional autônomo, prestador de serviços ou representante de entidade produtiva, acompanhe esta área.
Sua experiência pode ajudar a revelar problemas reais.
Sua visão pode contribuir para diagnósticos mais completos.
Sua participação pode fortalecer propostas mais responsáveis.
Sua voz pode ajudar o Brasil a compreender melhor o que precisa mudar.
A Associação Civil Nacional Brasileira convida empresas e empreendedores a caminharem com responsabilidade, consciência e compromisso com o futuro do país.
O Brasil precisa de quem trabalha.
Precisa de quem produz.
Precisa de quem gera oportunidades.
Precisa de quem acredita que desenvolvimento econômico, ética pública e participação cidadã podem caminhar juntos.
A reconstrução nacional exige coragem, organização e união.
Empresas e empreendedores também fazem parte dessa missão.